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| Apresentações - Escola Estadual N. Canaã |
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Apresentações de fim de ano - Escola Estadual Nova Canaã
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Analise combinatória - Matemática
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Redação - Texto Dissertativo
Dica pra você se dar bem nos vestibulares e concursos que pedem Redação:Dissertação é um texto que se caracteriza pela defesa de uma idéia, de um ponto de vista, ou pelo questionamento acerca de um determinado assunto.
Em geral, para se obter maior clareza na exposição de um ponto de vista, costuma-se distribuir a matéria em três partes.
1.introdução - em que se apresenta a idéia ou o ponto de vista que será defendido;
2.desenvolvimento ou argumentação - em que se desenvolve o ponto de vista para tentar convencer o leitor; para isso, deve-se usar uma sólida argumentação, citar exemplos, recorrer a opinião de especialistas, fornecer dados, etc.
3.conclusão - em que se dá um fecho ao texto, coerente com o desenvolvimento, com os argumentos apresentados.
Quanto à linguagem, prevalece o sentido denotativo das palavras e a ordem direta das orações. Também são muito importantes, no texto dissertativo, a coerência das idéias e a utilização de elementos coesivos, em especial das conjunções que explicitam as relações entre as idéias expostas. Portanto, a elaboração de um texto dissertativo não está centrada na função poética da linguagem e sim na colocação e na defesa de idéias e na forma como essas idéias são articuladas. Quando se lança mão de uma figura de linguagem, ela deverá sempre ser utilizada com valor argumentativo, como um instrumento a mais para a defesa de uma determinada idéia.
O Esquema-Padrão
Inicialmente, é preciso não confundir esquema com rascunho.
É importante atentar para um fato: cada dissertação, dependendo do tema e da argumentação, pede um esquema. Uma dissertação subjetiva, por exemplo, permite ao produtor do texto utilizar certos recursos que seriam descabidos numa dissertação objetiva.
Esquema é um guia que estabelecemos para ser seguido, no qual colocamos em frases sucintas (ou mesmo em simples palavras) o roteiro para a elaboração do texto. No rascunho, vamos dando forma à redação, porque nele as idéias colocadas no esquema passam a ser redigidas, tomando a forma de frases até chegar a um texto coerente.
O primeiro passo para a elaboração de um esquema é ter entendido o tema proposto, pois de nada adiantará um ótimo esquema se ele não estiver adequado ao tema.
Por ser um roteiro a seguir, deve-se dividir o esquema nas partes de que se compõe a redação. Se formos escrever uma redação dissertativa, o esquema já deverá apresentar as três partes da dissertação: introdução, desenvolvimento e conclusão, que podem vir representadas pelas letras a, b e c, respectivamente.
Na letra a, você deverá colocar a tese que vai defender; na letra b, palavras que resumam os argumentos que você apresentará para sustentar a tese; na letra c, uma palavra que represente a conclusão a ser dada.
Quando estamos fazendo o esquema do desenvolvimento (letra b), é comum surgirem inúmeras idéias. Registre-as todas, mesmo que mais tarde você não venha a utilizá-las. Essas idéias normalmente vêm sem ordem alguma; por isso, mais tarde é preciso ordená-las, selecionando as melhores e colocando-as em ordem de importância. A esse processo damos o nome de hierarquização das idéias.
Para não se perder tempo elaborando um outro esquema, a hierarquização das idéias pode ser feita por meio de números atribuídos às palavras que aparecem no esquema, seguindo a ordem em que serão utilizadas na produção do texto.
Apresentamos, agora, um exemplo do esquema com as idéias já hierarquizadas:
Tema: A pena de morte: contra ou a favor?
a) contra, não resolve.
b) 1. direito à vida -- religião
2. outros países -- EUA
3. erro judiciário
4. classes baixas
5. tradição.
c) ineficaz: solução: erradicação da pobreza.
Feito o esquema, é segui-lo passo a passo, transformando as palavras em frases, dando forma à redação.
No exemplo dado, na introdução você se declararia contrário (a) à pena de morte porque ela não resolve o problema do crescente aumento da criminalidade no país.
No desenvolvimento, você utilizaria os argumentos de que todas as pessoas têm direito à vida, consagrado pelas religiões; de que nos países em que ela existe, citando os Estados Unidos como exemplo, não fez baixar a criminalidade; de que sempre é possível haver um erro judicial que leve a matar um inocente; de que, no caso brasileiro, ela seria aplicada somente às classes mais baixas; que não podem pagar bons advogados; e, finalmente, de que a tradição jurídica brasileira consagra o direito à vida e repudia a pena de morte.
Como conclusão, retomaria a tese insistindo na ineficácia desse tipo de pena e indicando outras soluções para resolver o problema da criminalidade, como a erradicação da miséria.
A Gramática da Dissertação
Quanto aos aspectos formais, a dissertação dispensa o uso abusivo de figuras de linguagem, bem como do valor conotativo das palavras (veja bem: estamos falando que não se deve abusar). Por suas características, o texto dissertativo requer uma linguagem mais sóbria, denotativa, sem rodeios (afinal, convence-se o leitor para força dos argumentos, não pelo cansaço); daí ser preferível o uso da terceira pessoa.
Ao contrário da narração, a dissertação não apresenta uma progressão temporal; os conceitos são genéricos, abstratos e, em geral, não se prendem a uma situação de tempo e espaço; por isso o emprego de verbos no presente. Ao contrário da descrição, que se caracteriza pelo período simples, a dissertação trabalha com o período composto (normalmente, por subordinação), com o encadeamento de idéias; nesse tipo de construção, o correto emprego dos conectivos é fundamental para se obter um texto claro, coeso, elegante.
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Fonte: Mundo Vestibular
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Redação - Tipos de textos narrativos
Sabemos que o ato de contar histórias remonta ao passado. Antigamente as pessoas tinham o hábito de sentar-se à beira de suas casas nos momentos de descanso e relatar fatos acontecidos, muitas vezes ficcionais, e isso ia passando de geração para geração.Quem de nós não conhece a história do Chapeuzinho Vermelho, Bela Adormecida e tantos outros clássicos da literatura?
Por mais que o advento da tecnologia tenha desencantado essa magia e, de certa forma, promovido o afastamento entre as pessoas, existem variadas formas de narrativas, sejam elas orais, escritas, visuais ou encenadas, como é o caso do teatro.
Seja qual for a modalidade, o texto narrativo dispõe-se de certos elementos primordiais, que são: tempo, espaço, personagens, narrador e enredo.
E para conhecermos um pouco mais sobre os diversos tipos de narrativa, devemos saber que elas se subdividem em: Romance, Novela, Conto, Crônica e Fábula. Por isso, estudaremos as mesmas passo a passo:
Romance: É uma narrativa sobre um acontecimento ficcional no qual são representados aspectos da vida pessoal, familiar ou social de uma ou várias personagens. Gira em torno de vários conflitos, sendo um principal e os demais secundários, formando assim o enredo.
Novela: Assim como o romance, a novela comporta vários personagens, sendo que o desenrolar do enredo acontece numa sequência temporal bem marcada. Atualmente, a novela televisiva tem o objetivo de nos entreter, bem como de nos seduzir com o desenrolar dos acontecimentos, pois a maioria foca assuntos relacionados à vida cotidiana.
Conto: É uma narrativa mais curta, densa, com poucos personagens, e apresenta um só conflito, sendo que o espaço e o tempo também são reduzidos.
Crônica: Também fazendo parte do gênero literário, a crônica é um texto mais informal que trabalha aspectos da vida cotidiana, muitas vezes num tom muito “sutil” o cronista faz uma espécie de denúncia contra os problemas sociais através do poder da linguagem.
Fábula: Geralmente composta por personagens representados na figura de animais, é de caráter pedagógico, pois transmite noções de cunho moral e ético. Quando são representadas por personagens inanimados, recebe o nome de Apólogo, mas a intenção é a mesma da fábula.
Por: Vânia Duarte - Graduada em Letras
Fonte:Equipe Brasil Escola
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Como utilizar o verbo "Take" em inglês

Para começar anote aí no seu Caderno de Vocabulário que um dos sentidos básicos de 'take' é 'levar'. Veja os exemplos:
I have to take the kids to school. [Tenho de levar as crianças para a escola.]
Rafael took us to the airport. [Rafael levou a gente ao aeroporto.]
'Take' ainda pode significar 'tomar'. Mas neste caso, será geralmente usado junto com remédios:
Take an aspirin. [Tome uma aspirina.]
Em algumas situações 'take' terá o significado de 'aceitar':
Will you take the job? [Você vai aceitar o emprego?]
Do you take Visa? [Vocês aceitam Visa?]
If you take my advice, you'll see a doctor. [Se você aceitar meu conselho, você vai procurar um médico.]
Além destas combinações há várias outras. Você pode dizer 'take a bus' [pegar um ônibus], 'take a taxi' [pegar um táxi], 'take a plane' [pegar um avião]. Tem também 'take' com o sentido de 'estudar': 'take English' [estudar inglês], 'take French' [estudar francês], 'take Math' [estudar matemática]. Não posso deixar de dizer que tem 'take a test' e 'take an exam' que é o mesmo que 'fazer um teste' ou 'fazer uma prova'. Que tal 'take a shower' [tomar um banho]? Ou ainda 'take a look' [dar uma olhada]?
Enfim, com um bom dicionário em mãos você poderá ver ainda muitos outros usos do verbo 'take'. Nem pense em querer aprender tudo de uma só vez. O segredo é ir aprendendo um uso e outro com o tempo. Não precisa entrar em desespero. Saiba que com o tempo você aprenderá cada vez mais sobre o tal verbo.
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[Vi no: Inglês na ponta da língua]
terça-feira, 17 de novembro de 2009
A corrida do ouro no Brasil no século XIII
A descoberta, do ouro no Brasil provocou uma verdadeira “corrida do ouro”. Brasileiros de todas as partes, e até mesmo portugueses, passaram a migrar para as regiões euríficas, buscando o enriquecimento rápido. Doce ilusão, pois as explorações de minas de ouro dependiam de outros investimentos mão-de-obra( escravos africanos), equipamentos e compra de terrenos. Somente os grandes proprietários rurais e grandes comerciantes conseguiram investir neste lucrativo mercado.
Além do quinto, Portugal cobrava de cada região eurífica certa quantidade de ouro( aproximadamente 1000 kg anuais). Quando esta taxa não era paga, havia a execução da dirima neste caso, soldados entravam nas residências e retiravam os bens dos moradores até completar o valor devido. Esta cobrança gerou muita revolta entre a população.
Revoltas
As cobranças excessivas de impostos, as punições e a fiscalização da coroa portuguesa, provocaram reações na população. Varias revolta ocorreram neste período. Podemos citar a revolta de Felipe de Santos, que era contrário ao funcionamento das casas de fundição. A própria Inconfidência mineira(1789), surgiu da insatisfação com as atitudes da metrópole.
A exploração das jazidas
Havia dois tipos de extração naquela época. A Faiscação e a Lavra. A Faiscação correspondia a pequena extração, o trabalho do próprio garimpeiro que era um homem livre, que usava poucos recursos e de algumas vezes tinham pequenos ajudantes. Esses ajudantes poderiam ser escravos ou outros homens livres que estivessem dispostos a submeter-se a mineração.
Essa atividade acontecia geralmente nas regiões ribeirinhas, e na maioria das vezes de maneira irregular, este cenário torna-se mais comuns pelos fins dos séculos XIII, quando a mineração entra num processo de Franca decadência.
Já a lavra é bem diferente do processo de faiscação. As lavras correspondiam as empresas que depunham de ferramentas. Especializadas para o trabalho de extração nas jazidas. Sua principal mão-de-obra. Eram os escravos africanos.
A lavra foi o tipo de exportação. Mais freqüentes no auge da mineração. Grandes investimentos foram responsáveis pela construção de grandes, empreendimentos e obras na região aurífera.Alunos: Rogério, Hemerson e Dioner - do 2º ano "B" - Vespertino da Escola Estadual Nova Canaã - Projeto Informativo Escolar - Professor: Roberto.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Brasil Colônia - Período da mineração
a) atraídos pelo ouro, vieram para o Brasil aventureiros de toda espécie, que inviabilizaram a mineração.
b) a exploração das minas de ouro só trouxe benefícios para Portugal.
c) a mineração deu origem a uma classe média urbana que teve papel decisivo na independência do Brasil.
d) o ouro beneficiou apenas a Inglaterra, que financiou sua exploração.
e) a mineração contribuiu para interligar as várias regiões do Brasil e foi fator de diferenciação da sociedade.
Deixe sua resposta no comentário, apenas uma alternativa é a correta. Não esqueça de por o nome junto com a resposta. Em breve a resposta.
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[Mais questões sobre Brasil Colônia no Mundo Vestibular]
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Noite Cultural - Escola E. Nova Canaã - MT
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| Noite Cultural - Escola E. Nova Canaã - MT |
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Gramática: Concordância Nominal
Continuação (assista todos os vídeos relacionados):
- Parte 2
- Parte 3
- Parte 4
- Parte 5
- Parte 6
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Vídeo aula de Português - Substantivo e Sentido figurado
Nossa indicação é uma aula de Português que fala dos Substantivos e Sentido figurado. Um vídeo do Telecurso 2000


